Mulher Maravilha

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towel_rackMuita Gente Entra Aqui Para Pedir Uma Dieta que Funcione, Dizendo que Já Tentou de Tudo

Se você não tem alguma doença que prejudique o emagrecimento, qualquer dieta funciona. Basta fazer direito. E o maior problema está justamente nestas duas palavras: fazer direito.

Fazer direito significa segurar as vontades e seguir as regras da dieta até chegar ao peso desejado. Mas falta paciência e sobra ansiedade. As pessoas querem emagrecer 1 quilo por semana, no mínimo. E quando percebem que isto não está acontecendo, desistem. Ou começam a seguir dieta só de segunda a sexta, como se sábado e domingo não contassem no processo.

A ansiedade é um dos sentimentos que mais estraga dietas por aí. Muita gente come para aliviar a ansiedade (eu, por exemplo). Stress, depressão, problemas de relacionamento, solidão, raiva, frustração e até mesmo tédio também estão na lista dos “Sentimentos que Engordam”, pois acabam com a nossa força de vontade.

Resumindo: emagrecer é difícil porque nossa cabeça atrapalha o processo. As maiores dificuldades não estão nas dietas, mas dentro de nós.

Mas, se são os sentimentos que nos impedem de emagrecer, como lidar com eles?

Uma boa terapia ajuda bastante. E o Vigilantes do Peso também pode ajudar bastante – caso você frequente as reuniões e escute o que as palestrantes têm a dizer.

Se você não tem como fazer terapia nem frequentar as reuniões do Vigilantes do Peso, eu aconselho muita paciência com sua dieta. É preciso entender que emagrecer muitos quilos demora mesmo. Não crie expectativas irreais em relação a suas dietas, ou você ficará frustrada e… Ops! Frustração é um sentimento “engordativo”, lembra?

Além de indicar a tal da paciência, vou repassar algumas coisa que me falaram e de repente podem ajudar:

● Se você estiver passando por um momento de stress na vida, espere um pouco para começar a dieta. Deixe a poeira baixar. É muito difícil lidar com privações quando estamos chateados. E as dietas exigem privações, pois não podemos comer uma série de coisas e precisamos dizer “não” para nós mesmos muitas vezes por dia. Se receber não já é uma coisa difícil, imagine quando estamos chateados.

● Se você procura calma ou conforto na comida, não arrisque dietas com muita restrição alimentar. Por exemplo: dietas que tiram todo o seu carboidrato. Dificilmente uma pessoa ansiosa consegue ficar muitos dias sem carboidrato. Neste caso, prefira dietas que permitam mais variedade de alimentos, incluindo frutas ou um pedacinho de chocolate aqui e ali. O Sistema de Pontos é ótimo nestes casos.

● Toda vez que você sentir vontade de sair da dieta, preste atenção no sentimento que marca o momento do “eu não vou aguentar”. É tristeza? Irritação? Ansiedade? Frustração? Tente identificar os sentimentos que fazem você sair das suas dietas. Descobrindo quais são os sentimentos envolvidos no seu fracasso, você pode procurar outros meios para lidar com eles. Algo que consiga substituir a comida.

Nick Nicks

Fonte: http://melhoramiga.com

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Criar um mundo pararelo é um sinal de que a tristeza já faz parte de um quadro de alteração emocional


Pedro (Selton Mello) acreditava que vivia o casamento perfeito, mas vê sua vida desmoronar quando é abandonado pela mulher Marina (Maria Luisa Mendonça). O rapaz se isola em seu apartamento, evita os amigos, larga o emprego e, no auge de sua crise emocional, se apaixona e se envolve por sua vizinha Amanda (Luana Piovani), que carrega todos os predicados de uma mulher perfeita. Tudo corre que é uma maravilha até o dia em que Pedro descobre que a bela e dedicada Amanda é fruto de sua imaginação. Esse é o mote principal do filme “A Mulher Invisível”, do diretor Carlos Torres, em cartaz nos cinemas brasileiros.

Mas, e na vida real? Será que as consequencias de uma decepção podem chegar a tal ponto? Afora os exageros ficcionais da forma como Amanda é materializada no longa, longe da telona, desilusões, sejam de ordem amorosa, familiar ou profissional, são capazes de desestruturar a vida de alguém e ter efeito semelhante ao que ocorreu com Pedro. “É possível que o indivíduo crie um mundo paralelo e uma percepção imaginária dos acontecimentos“, explica o psicoterapeuta Chris Allmeida, de Campinas (SP). “Mas isso denota a dificuldade da pessoa em encarar os fatos da decepção que sofreu.”

Grandes expectativas, grandes solavancos

Quer dizer que não estamos preparados para viver frustrações? Que sofrer demais não é normal? E onde começa essa dor que parece não ter fim? Dá para dizer que a grande vilã do processo é a expectativa, e , quanto maior ela for, é fato, maior será o tombo. Mas não tem como fugir dessa preparação para algo que ainda está por vir. Desde a infância, vivemos uma formação de expectativas. Começar na escola, passar no vestibular, se formar, arrumar um emprego…”, explica Allmeida. “O erro é tentar reproduzir esse comportamento nas relações humanas – esperar algo ou prever o comportamento do outro“, diz. E, não tem jeito, em muitas ocasiões é inevitável gerar expectativas. Mas se a amizade de infância ruiu ou não saiu aquela promoção tão sonhada no trabalho, paciência, o melhor remédio é sacudir a poeira e seguir em frente. Parte desse exercício de sanidade mental é entender que as decepções, maiores ou menores, são um efeito colateral da vida, mas também passa por ter uma visão menos egocêntrica e mais humilde da própria existência a de que mundo não gira só ao nosso redor.

Como avaliar se sofremos com discernimento?

De acordo com o psicoterapeuta Chris Allmeida, o normal é que o sofrimento provocado por uma desilusão tenha um pico nas primeiras 24 horas e nos dias seguintes comece a decair. “Ficar triste não é uma doença, mas a manutenção da tristeza e de abandono merece ser estudado”, avalia. “É a lamúria e a lamentação que alimentam a decepção“, diz o especialista. Assim como o personagem Pedro, de “A Mulher Invísivel”, que só pensava em dormir, deixou de pagar as contas da casa, parou de cuidar da higiene pessoal e do corpo, os indivíduos que estão passando por esse tipo de alteração emocional apresentam sinais que fazem parecer que a vida estivesse acabado após sofrer a mágoa. São os chamados sintomas de definhamento, quando a pessoa entra em um processo externo de autodestruição: fica isolada socialmente; come exageradamente ou não se alimenta; fica depressiva e relaxada com a sua própria higiene.

Dá para sair dessa Para virar o jogo e sair do fundo do poço, é importante contar com uma mão amiga. “Os amigos e parentes são importantes para abrir os olhos desse indivíduo, fazer ele perceber e encarar a realidade”, diz Chris Allmeida. Mas não basta só isso. “É preciso haver esforço próprio ou pelo menos predisposição para viver novas experiências”, acrescenta.

Fonte: Minha Vida

pele

Foto: www.vidaebeleza.pt

Algumas atitudes simples na sua rotina podem fazer uma grande diferença na sua pele. Abaixo seguem 10 truques bem fáceis para você colocar em prática agora mesmo e manter a beleza da sua pele por muito mais tempo.

1) Alimentação: O cuidado com a pele começa de dentro para fora. Prefira uma dieta balanceada usando todos os grupos alimentares. A ênfase maior é nas fibras. Coma verduras e frutas com casca, que melhoram o funcionamento do intestino, o que é meio caminho para uma pele bonita. Por outro lado, reduza gorduras, frituras, açúcares e carne vermelha.

2) Água: Se você não repuser os líquidos dos quais a pele precisa para eliminar toxinas e detritos do organismo, não adianta nada enchê-la de cremes. Recomenda-se ingerir dois litros de água por dia, cerca de oito copos.

3) Vida saudável: A pele é o espelho dos seus hábitos. Fazer exercícios não é bom apenas para perder gordurinhas incômodas. O esforço físico estimula o metabolismo do tecido e combate o estresse, outro grande vilão da saúde da sua pele, causador, inclusive, da acne.

4) Dormir: Falando em estresse, nada melhor do que dormir para repor as energias. Uma boa noite de sono é um verdadeiro tônico para a pele, favorecendo a nutrição e a desintoxicação do organismo.

5) Nada de vícios: Os males do cigarro para a pele são evidentes: pioram a oxigenação do tecido e, por conseqüência, agravam problemas como inflamação e ardência. Moderar as bebidas alcoólicas é outro grande favor que você faz para sua pele.

6) Proteção solar: Para a dermatologista Norma Porfírio, o sol provoca 80% das rugas. Por isso, não adianta torcer o nariz, você tem que usar filtro solar mesmo fora das praias. O conselho vale também para os ambientes fechados dos escritórios, porque muitas lâmpadas emitem raios ultravioleta.

7) Limpeza: A higienização da pele do rosto é diária, e necessária, pela manhã e à noite. Lave-a com sabonete neutro e água fria. A água quente resseca, pois retira a gordura protetora da pele. Depois, aplique uma loção tônica para equilibrar o pH. Nas peles oleosas e com acnes, o ideal é usar um adstringente.

8.) Hidratação por fora: Não vá escolhendo o hidratante sem antes identificar o seu tipo de pele. Para isso, o melhor é ouvir um médico ou esteticista. Para quem tem peles oleosas, é proibido passar cremes. Deve-se optar por uma emulsão gel. À noite, reforce a hidratação com um nutritivo, produto que contém mais ativos.

9) Corpo: Hidrate todos os dias, com especial atenção para colo, cotovelos, joelhos, mãos e pés. Uma vez por mês, faça gomagem para remover as células mortas em uma clínica ou em casa, no próprio banho, usando um esfoliante com microesferas.

10) Revisão geral: Todo mês, procure um profissional para uma limpeza de pele que vai extrair cravos e espinhas que assombram seu rosto e aplicar máscaras calmantes. Se você não está podendo gastar muito uma boa dica é colocar no rosto gaze com chá gelado de camomila.

Fonte: Revista Plástica e Beleza

cachoeira
“O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem”
Guimarães Rosa

É sim, queridas Patas… Navegar nessa vida requer muita coragem.

Não é fácil vivenciar as oscilações que, nem sempre, andam de mãos dadas com a nossa disposição de espírito e muitas vezes nos conduzem aos nossos infernos particulares e infinito, obrigando-nos a visitar, de perto,  nossos medos, nossas tentativas mal-sucedidas e exposições arrependidas. Fácil é sorrir e cantar o refrão dos Titãs, talvez titânico, em outros casos tirânico, “é preciso saber viver, é preciso saber viver”…No entanto, passada a glorificação momentânea e fechadas as portas dos infernos particulares, os adeptos da simplificação existencial (e aee) não sabem se vão direto para as terapias ou para os bares (que, hoje, também vêm sendo considerados como tal) na tentativa frustrada de verem suas vazias incertezas explicadas ou amenizadas, ensurdecendo o som do sofrer.

De vez em quando, dá aquela sensação de ser sobrevoado pelas águias da angústia, acompanhadas pelos abutres da falta de perspectiva. A partir daí, vem a pergunta: é  mesmo preciso saber viver?

A resposta surge, de imediato: sim, é preciso saber viver ou, parafraseando Fernando Pessoa, simplesmente é preciso navegar. E esse navegar me traz a lembrança da fluidez da água, que só enfrenta abruptamente os obstáculos quando é necessário e na maioria das vezes flui, desvia, dança nas vias da vida até a sua totalidade, ao encontro de si mesma na imensidão.

E falando nela, a água, temos um natural e cristalino exemplo de coragem, que pode inspirar a todas nós. Ela desconhece obstáculos, porque apenas flui. Se está frio, ela tem o seu tempo: congela, tem paciência de ver o sol sair para continuar a sua jornada, tem uma aquiescência peculiar. Se está quente, evapora-se para voltar, mais tarde, novamente fluida, refrescando, ajudando a semear, prosperando. Muitas vezes, ela invade e assola, mas, não porque isso seja o seu propósito. Mesmo assim, continua, bela, num compasso contração-expulsão, que traduz a própria vida, o próprio ciclo dos fenômenos.

Coragem é o que ela tem, porque flui. Então, o que fazer quando a vida embrulha tudo? Uma boa resposta seria: viver e fluir como a água, afinal, viver aprende-se fluindo…

prisão

 Eu perco o chão, eu não acho as palavras
Eu ando tão triste, eu ando pela sala
Eu perco a hora, eu chego “no” fim
Eu deixo a porta aberta
Eu não moro mais em mim.

Metade,   Adriana Calcanhoto

O título dessa música da Adriana Calcanhoto já me faz questionar um pouco a respeito dos relacionamentos amorosos. Será mesmo saudável a idéia de que duas metades devam-se unir?

Há alguns anos, eu seria a primeira a levantar a bandeira do sim. Imersa em sonhos românticos e idealizados, não percebia que se entramos como “metades”, certamente é porque nos faltam partes que não necessariamente devam ser supridas pelo outro.

Depois de várias experiências amorosas e do respirar a brisa da maturidade emocional, sinto-me no dever de infomar a quem ainda acredita na “teoria das metades” que essa crença talvez componha o rol das piores falácias amorosas. Exatamente isso!

Para que haja saúde nos relacionamentos, é preciso que estejamos inteiras, donas de nossas vidas e conscientes do nosso próprio valor. Entra em ação a necessidade da autoestima, calcada no velho e sábio mandamento de amar ao outro como a nós mesmas. Sábios tesouros dos quais poucas de nós já se apropriou.

Tenho observado que, embora vivamos nessa aldeia global, moderna e com tantas facilidades, é cada vez mais comum encontrar comportamentos contrários a essa dinâmica, imobilizados pela própria rigidez ou ausência de perspectiva. Não quero, aqui, entrar na avaliação de uma possível relação dicotômica entre contemporaneidade e o comportamento humano, apenas comentar o que percebo, ouço e experimento.

Recentemente, conheci um homem pelo qual me interessei e achei que poderíamos ter um relacionamento até bom, por causa das afinidades e das qualidades dele: doce, bonito, sensual, atleta, sensível e… indisponível. Não aquela indisponibilidade clássica do tipo “sou casado, mas meu casamento está péssimo” ou “não me separo por causa dos filhos”… Não, nada disso. (?!) Uma indisponibilidade que nem mesmo ele conhecia e que acomete muitos homens e mulheres: a codependência.  Foi uma triste decepção.

Mas, que coisa é essa?

A codependência, tecnicamente chamada de “adicção”, é a ilusão de controlar sentimentos interiores, por meio do controle das pessoas, coisas e acontecimentos exteriores, de acordo com os autores Hemfelt, Minirth e Meier (1989).

Essa dependência pode ser um alcoolismo ou uma compulsão por gastos, comida ou drogas, por exemplo. Mas, também – e é disso que estou falando – pode ser aquele vício em pessoas e em relacionamentos problemáticos, destrutivos ou que não valham a pena; aqueles casos em que você não consegue se desvincular e enxergar possíveis humilhações ou situações abusivas pelas quais tenha passado e não vive relacionamentos saudáveis. Sabe quando você vive em função de alguém ou não vê a sua vida sem aquela pessoa? Por fim, isso acaba impedindo novos e saudáveis relacionamentos, podendo transformar-se em transtornos ou depressões? Você sai da sua “casa interna” e já não mora mais em você, ou seja, você se perde se angustia e necessita desse alimento tóxico, seja de que natureza for.

Queridas Patas, isso é mais comum do que se pensa!

Segundo dados divulgados pelo psicanalista Roberto Dantas, 80% das pessoas têm algum grau de codependência em nossa sociedade. Dificilmente diagnosticável, pois não se encontrava na catalogação psiquiátrica DSM, passando a ser considerada no DSM-III como um distúrbio de personalidade. Ainda é cedo para se dizer que seja um distúrbio de personalidade, pois a codependência ainda é muito “jovem” entre nós, e poucos estudos têm sido feitos sobre ela.”

De acordo com a psicóloga Itamara Scaini, “é bem possível que cada um de nós, em nosso inferno particular, deva possuir particularidades e singularidades próprias. No entanto, ao entrar em contato com a codependência afetiva, tenho observado que tal fenômeno faz emergir no codependente, angústias catastróficas e ansiedades dilacerantes.”

O assunto requer uma profundidade mais cuidadosa. Como cisnes que queremos ser, precisamos navegar linda e superficialmente nesse lago, sempre alerta, observadoras e amantes de si mesmas!

Logicamente, nenhum ser humano está isento de uma certa “dependência saudável”, digamos assim, porque não somos autossuficientes. Gostamos de nos relacionar, precisamos da afetividade e do estímulo de outros e isso implica o equilíbrio da alternância entre dar e receber, precisar e ter para dar.

Porém, o mais importante é saber mensurar e exercer esse grau de alternância. Nem egoísta e autossuficiente (ilusão!) demais, nem dependentes do outro para sermos felizes, saudáveis e equilibradas. Do contrário, estaremos sujeitas à deterioração da nossa própria autonomia e navegaremos em direção à dependência emocional destrutiva.

O ideal é analisar-se, reconhecer e buscar ajuda, seja por meio de terapias tradicionais, holísticas e psiquiatria, seja por meio de grupos de apoio, que dão muito certo também.

Há dois grupos interessantes, gratuitos, espalhados por todo o Brasil:
www.mada.org.br

www.codabrasil.org

Vamos navegar em lagos cristalinos e saudáveis!

Para saber mais, recomendo alguns livros:
Co-dependência nunca mais e Para além da co-dependência (Melody Beatty)
Acolhendo a pessoa amada (Stephen Levine)
Mulheres que amam demais  (Robin Norwood)
Em busca de uma psicologia do despertar (John Welwood)


Mônica Mourão

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Perfil

Mônica Mourão - Jornalista por vocação. Acredito nos sonhos e nas pessoas. Amo animais, sobretudo os gatos. Tenho uma tatuagem e um piercing. Adoro lojas de produtos naturais. Trabalho com números, mas amo as letras. Ana Cláudia Sivieri - Escritora, fotógrafa e terapeuta. Ama viagens e filosofia pois elas representam a expansão da nossa própria alma. Acredita na transformação das pessoas e da vida, em seu constante movimento, daí vem sua curiosidade nata sobre as almas humanas.

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